sábado, 31 de maio de 2008

"D" DE DENUNCIA

DESENHO DEFEITUOSO


DENGUE

DEJETOS


DESTAQUE DE DESENVOLVIMENTO

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Petropolis/Natal/RN/Brasil

Sem Saneamento
Sem saida
O esgoto de todos
Bloco "unidos no esgoto" A cidadâ - O trabalho do trabalhador - O carrão do classe media
Afunda que saneamento não vale voto!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Nenhuma certeza

Nenhuma segurança insípida
que de enfadonha e acumulativa te traria sono pode,
te dar a certeza, diligentemente, daquilo que és.

Pra ser feliz, é preciso a dúvida de encontrar respostas,
e cometer o erro; do medo arrancar sentido; e encontrar a paz.

É preciso impulso criativo - ser sincero,
aquela vontade de criança, densa,
ser um jargão de humildade nobre,
sentir se pequenino, a zelo do que crês.
Olhai os lírios do campo, e se te causa espanto,
O único que é santo, transforma aquilo que vês.

Olhai o imenso céu da Terra, os homenzinhos passeando Nela,
se puder ler o esboço, ache o moço, aquele que é você.

Intrigante a sua insignificância;
Corrobore, oferendas e louvores, comemore!
O melhor é não saber.

Kaleb Melo

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A porta da Gula

A fechadura
O invasor

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Quero

Daqui pra frente eu não sei
Viver cada dia um dia sem abandonar os planos;
Dar os passos que for preciso e tirar a areia dos sapatos, sempre que sentir;
Revisar os mapas, reavaliar conceitos e mesmo sem se sentir pronto, prosseguir.
Cada pegada um rastro que só mesmo o tempo vai apagando quanto for marcante o solo que pisei
-Tomara o caminho do meu rastro não fique marcado tanto tempo que não dê pra, reescrevendo, causar uma outra impressão mais próxima da que busquei.
Das feridas curadas com saliva vou lembrar; de algo sobrenatural que foram trazem sempre esperança boa, intensa, de viver momentos de concreta materialização da fé
Porem, das outras feridas que quero esquecer, aquelas que o tempo não levou, que encerram-me andar caído, de vaidade baixa, maltratada, altiva, destas feridas quero fugir; qualquer espaço em branco na mente é abrigo – eu te suprimo – insisto e te coloco ali e apenas na turbulência, na crise, quando o sacudir agride, recebo denovo o peso e a dor dessa ferida que suprimi!
Quero um remédio branco de cegar os olhos
Pra saciar a intenção felina
Quero a luz que me esvazia e enche
Daqui pra frente quero sorrir!