O louco à beira do caminho ou da pia
olha pra lua e vê um precipício;
Debaixo sente o céu impotente em lhe deter.
Vê nas nuvens plataformas firmes;
Das estrelas imagina aquilo que não vê.
Apalpa cuidadosamente o que seriam gotas;
De louco que é se molha sem querer.
De céu abismo no mar a sul prevê.
Olhando pra dentro olha e não vê nada.
A frente, acima do horizonte, olha e vê um bonde
Já se prepara pra correr!
Quando olha nos meus olhos, o louco, se espanta
Me vê espelho e resistentemente dita:
- “Só mais um louco!”
Ele não sabe o que dizer.
olha pra lua e vê um precipício;
Debaixo sente o céu impotente em lhe deter.
Vê nas nuvens plataformas firmes;
Das estrelas imagina aquilo que não vê.
Apalpa cuidadosamente o que seriam gotas;
De louco que é se molha sem querer.
De céu abismo no mar a sul prevê.
Olhando pra dentro olha e não vê nada.
A frente, acima do horizonte, olha e vê um bonde
Já se prepara pra correr!
Quando olha nos meus olhos, o louco, se espanta
Me vê espelho e resistentemente dita:
- “Só mais um louco!”
Ele não sabe o que dizer.